
"Nosso posicionamento tem de ser coerente com o que apresentamos na Justiça. Nós queríamos que o contrato fosse reestabelecido para que o jogador pudesse fazer face a todos os investimentos que foram feitos. É um jogador excepcional, investimos muito nisto, e gostaríamos de usufruir deste futebol", começou.
"Agora, isso não implica em uma escravidão, em um ato de força. Os contratos esportivos têm cláusulas. Se o jogador não quiser continuar no São Paulo é só exercer uma das cláusulas, que é a da rescisão."
"Se ele não quiser vir, não virá. É só depositar o valor."














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